A Saga Twilight: Amanhecer Parte 2 2012 Quando se pode viver para sempre, será que existe algo pelo que seja digno morrer?
visão global: No final da Saga, a felicidade dos recém-casados Bella Swan e Edward Cullen é interrompida quando uma série de traições e desgraças ameaça destruir o mundo deles. No fim da Parte 1, Bella quase morre, mas Edward consegue transformá-la em vampira. Ao ver Reneesme, filha de Bella, Jacob tem um imprinting (amor à primeira vista). Bella não aceita esse fato no início, mas depois compreende e eles convivem em harmonia. Após algum tempo, entretanto, a criança (que se desenvolve rapidamente) é vista por Irina, do clã Denali, que está com raiva dos transmorfos, pois eles mataram Laurent - um integrante do clã de James (Crepúsculo), "amante" que ela teve quando ele foi morar em Denali. Irina fica com raiva e conta aos Volturi sobre Renesmee, iniciando um batalha sangrenta, que dará fim à Saga Crepúsculo.
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**O fim aguardado, pelas piores razões.** Este filme é o último de uma saga de cinco baseada numa série de livros "best seller". Eu nunca li os livros (nem pretendo), mas se a história de Edward e Bella devia ser épica não o vai ser graças a estes filmes. A trama deste filme resume-se assim: após um parto difícil em que verdadeiramente morre, Bella acaba transformada em vampira, tal como desejava há muito. Agora, precisa aprender a controlar a sede de sangue e os seus poderes e habilidades recém-adquiridas, bem como a disfarçar, quando necessário, a sua nova condição. Ao mesmo tempo, e logo quando tudo parecia correr bem, os Cullen vão ter de se defender de uma acusação falsa diante dos implacáveis Volturi, que estão a caminho para provavelmente os matarem a todos. Bill Condon continua a assegurar a direcção e dá ao filme uma boa sensação de ligação directa ao seu predecessor, além de uma boa conclusão, fechada e bem conseguida. Em claro contraste com o filme que o precede, este é o menos romântico, com o romance a dar espaço a uma trama mais interessante onde a adaptação a uma nova vida, seguida da ameaça de uma guerra, são os pontos fortes. Foi, também, o filme mais interessante e apelativo da saga, o mais cinematográfico e o mais épico, na minha opinião. O ritmo foi mais trabalhado, mas ainda se arrasta muito em momentos que parecem desnecessários. O clímax é, como não podia deixar de ser, o enfrentamento entre os Cullen e os Volturi, e o final é bastante bom e põe um fim claro e definitivo à saga. Apesar de tudo, o filme ainda tem problemas, paralelos e endémicos a toda a saga. Observando o panorama completo, agora que vi todos os filmes, penso realmente que a culpa está mais na incompetência da argumentista Melissa Rosenberg, e não tanto nos sucessivos directores, se bem que a falta de mão firme de uns e a inconstância nesse campo (com cada filme a ser feito por um director diferente, na prática) não ajudaram à qualidade do todo. Paralela a toda a saga, uma história morna e aborrecida que só se salva graças a sub-enredos de acção, suspense ou perigo, com péssimos diálogos e mau material dado aos actores. Nunca como nesta saga de cinco filmes se pôde verificar tão claramente o estrago que um mau argumentista pode fazer a um filme ou, neste caso, a um ciclo de filmes inteiro! Outro problema que este filme apresenta, e que também é paralelo a toda a saga, é a má performance de Kristen Stewart e Robert Pattinson, dois actores que, a meu ver, nunca deviam ter sido colocados aqui. Foram erros de casting. Stewart está muito melhor neste filme do que em todos os outros, mas continua a ser uma actriz sem expressividade, e isso vai ser algo que ela terá de mudar e melhorar em trabalhos futuros se quiser singrar. Pattinson conseguiu uma química mínima com ela, mas ele ainda está muito aquém do que deveria conseguir, mesmo individualmente. Taylor Lautner, que começou a saga bem e foi crescendo, acabou mal. De um actor sério a fazer uma personagem agradável, ele tornou-se num monte de músculos que, quando tira a camisa, se transforma numa bola de pêlo. O elenco secundário mantém o nível positivo dos filmes anteriores. Billy Burke e Ashley Greene são muito bons, tal como Peter Facinelli, Elizabeth Reaser, Nikki Reed, Maggie Grace e Booboo Stewart. Do lado dos Volturi, Dakota Fanning esteve bem mas tinha pouco para fazer e não gostei de Michael Sheen. Acho que carregou demasiado nos estereótipos do vampiro nobre europeu ao pensar na personagem dele. Rami Malek faz uma breve aparição, mas mostra capacidade e talento. Tecnicamente, o filme tem altos e baixos. Os lobos de CGI não parecem tão bons e realistas como nos primeiros filmes, as cenas de luta parecem bailado contemporâneo devido à excessiva coreografia e as mortes sem sangue algum não são credíveis. Não sou apologista de um banho de litros de sangue falso, mas como diz o povo, "nem oito nem oitenta". Outro problema é Renesmee... o bebé parece tão irreal e falso que poderiam ter usado num brinquedo de crianças no lugar. A banda sonora de Carter Burwell tem espaço para sobressair e é muito boa, destacando-se nos créditos iniciais (mais longos que o normal na franquia) e nos finais, onde se destaca a excelente canção "A Thousand Years" de Christina Perri. Bons cenários, adereços, figurinos (em especial os uniformes dos Volturi) e muito boas imagens de paisagens em grande escala completam o trabalho técnico. Este filme põe fim à saga menos bem conseguida e menos épica das sagas épicas. Arrastando por cinco filmes o que podia ter sido feito facilmente em quatro, falta-lhe tudo, começando por um duo de personagens centrais capazes de nos comover e emocionar. A introdução de elementos de tensão e perigo temperarem a doçura excessiva e mascararem as falhas dos actores, mas não tornaram este filme (ou os seus antecessores) em bons filmes. Apenas os ajudaram a tornar suportáveis.