Diários do Vampiro
visão global: "Diários do Vampiro" conta a história de dois irmãos vampiros, Stefan e Damon, que voltam à sua terra natal, Mystic Falls, onde seres sobrenaturais vivem entre os residentes, e que estão obcecados pela mesma rapariga.
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**Uma excelente série de TV, com um fim e um início claros, uma boa história e bons actores.** Quando decidi ver esta série, disseram-me que era semelhante a "Crepúsculo", e isso fez soar um alerta na minha cabeça. De facto, a primeira temporada é um romance muito simplista, cliché e insosso de uma jovem humana e um vampiro, temperada pela aparição de um irmão maléfico dele. Mas as coisas melhoram aos poucos e os ganchos para a segunda temporada eram tão promissores que continuei a ver. Foi então que a série mostrou que tinha potencial, e só foi melhorando, temporada após temporada. Oito temporadas depois, vi ontem o final. É uma história longa, como não podia deixar de ser. O esqueleto da trama assenta no romance melodramático e açucarado de Elena com dois irmãos vampiros, Stefan e Damon (um a seguir ao outro). No meio há imensas personagens, cujas histórias individuais se entrecruzam. A trama, ligeiramente baseada em livros, é por vezes imaginativa e há uma série de elementos pouco credíveis como as bruxas-sifão, amuletos estranhos e elementos religiosos desconstruídos (veja-se o exemplo de Cade, ou Diabo, e a questão da vida após a morte). Mas como boa parte do produto final assenta no carisma e força das personagens, isso acaba por ser razoavelmente bem engolido pelo público. A série está repleta de personagens fortes e dramáticas, feitas por actores que demonstraram ter talento Nina Dobrev foi muito boa como Elena/Katherine e o desaparecimento dela, a partir da sétima temporada, foi uma das opções mais infelizes do roteiro. Muito melhor foi o rumo dos irmãos, interpretados por Ian Somerhalder e Paul Wesley. Os dois actores foram incríveis e estiveram à altura do desafio. Além deles, merecem parabéns os seguintes actores: Kat Graham, Candice King, Michael Trevino, Matthew Davis, Michael Malarkey Joseph Morgan, Marguerite MacIntyre, Claire Holt, Daniel Gillies, Chris Wood, Elizabeth Blackmore, Torrey DeVitto e Arielle Kebbel. Todos se empenharam nas suas personagens, independentemente da importância delas para a trama, e deram o seu melhor. Zach Roerig é um bom actor, mas a personagem dele não é tão boa e só na última temporada é que consegui sentir alguma empatia por ele. Steven R. McQueen sofreu com o mesmo problema. Foi um adolescente rebelde e um pouco chato na maioria da série, e de repente aparece cheio de músculos como uma figura de acção, desejoso de matar vampiros. Sara Canning e Susan Walters também são boas, mas as suas respectivas personagens também só se tornam agradáveis perto da altura em que devem morrer. A nível técnico, a série tem poucas falhas. Bons valores de produção, bons efeitos especiais, visuais e de som, um CGI agradável que, apesar de tudo, parece falso em alguns momentos, bons cenários e figurinos, especialmente nas cenas de época, e ainda uma banda sonora bastante boa, repleta de boas canções que ficam no ouvido.